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Como se locomover em Nova York

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por Fabio Angheben

Entender como se locomover em Nova York é uma das decisões que mais impactam a viagem. A cidade é grande, dinâmica e funciona em um ritmo próprio, com diferentes opções de transporte que mudam a experiência do dia a dia.

Antes mesmo de escolher onde ficar ou montar o roteiro, faz sentido olhar para a logística. Nova York não é um destino onde dá para improvisar deslocamentos sem custo de tempo ou dinheiro.

Quem escreve este guia vive a cidade de perto. Meu nome é Fábio Angheben, criador do Dicas Nova York. Desde 2019 moro em Nova York e acompanho como grandes eventos, fluxo de turistas e rotina local impactam diretamente a mobilidade urbana. Entender isso antes de viajar muda o resultado da experiência.

A ideia aqui não é só explicar. É ajudar a tomar decisões melhores ao longo da viagem, evitando erros que só aparecem quando já se está na cidade.


Como se locomover em Nova York?


Como se locomover em Nova York?

Como se locomover em Nova York não é sobre escolher um único meio de transporte. É sobre entender quando usar cada um deles ao longo do dia.

A cidade foi pensada para funcionar com diferentes opções ao mesmo tempo. O metrô resolve grandes distâncias, o ônibus complementa trajetos mais curtos e os aplicativos entram quando a logística fica mais complexa.

O que muda o jogo é saber combinar essas alternativas de forma estratégica. Pequenas decisões no deslocamento impactam tempo, custo e até o ritmo do roteiro.

Nos próximos tópicos, vou explicar cada opção de forma simples. A ideia é mostrar como funciona, quanto custa e em quais situações realmente vale usar.

Leia também: Como viajar para Nova York sem falar inglês


Metrô de Nova York


O metrô é, na maioria dos casos, a forma mais eficiente de entender como se locomover em Nova York.

Ele funciona 24 horas por dia, cobre praticamente toda a cidade e evita o principal problema da superfície, que é o trânsito.

Para quem está visitando, isso significa uma coisa simples. Dá para atravessar bairros e regiões em pouco tempo, sem depender de horários rígidos ou tarifas variáveis.

O metrô resolve quase todos os deslocamentos turísticos. A malha é extensa e conecta Manhattan, Brooklyn, Queens e Bronx de forma direta.

Além disso:

  • Funciona 24 horas, inclusive de madrugada
  • Passa com frequência alta na maior parte das linhas
  • Evita trânsito, que pode travar táxis e carros por aplicativo
  • Tem estações próximas das principais atrações

Para quem está montando roteiro, isso traz previsibilidade. Dá para calcular melhor o tempo de deslocamento e evitar surpresas.


Como pagar a passagem do metrô?


Hoje, o sistema padrão é o OMNY. O MetroCard foi descontinuado em 31 de dezembro e, a partir de 1º de janeiro, deixou de existir como opção de pagamento.

O funcionamento é direto:

O custo atual é de US$ 3 por trajeto.

Existe um ponto importante que muita gente não percebe. O sistema limita o gasto semanal:

  • Após 12 viagens pagas na mesma semana
  • As próximas viagens ficam gratuitas até o fim desse período

Para quem prefere, dá para comprar o cartão físico do OMNY por US$ 1. Ele pode ser carregado com US$ 36, que equivalem a 12 passagens.

Isso funciona bem. Já teve leitor que comprou o OMNY e com esse valor semanal, usou o metrô cerca de 20 vezes. O custo por viagem caiu para cerca de US$ 1,80 (e levou o cartão de lembrança para casa).


O mapa do metrô de Nova York


O mapa do metrô de Nova York

O mapa pode parecer confuso no começo, mas segue uma lógica. As linhas são identificadas por números e letras. Cada uma tem seu trajeto definido, mas muitas compartilham trechos. Uma mesma estação pode atender várias linhas.

Por isso, não basta olhar só a estação. É importante conferir qual linha está chegando, o que aparece no próprio trem e nos painéis da plataforma.

Para navegação no dia a dia, os apps ajudam bastante:

  • Citymapper
  • Google Maps
  • MTA Train

Eles mostram rotas atualizadas e ajudam a evitar erros de trajeto.


Dicas práticas para não se perder 


Dicas práticas para não se perder em Nova York

Alguns detalhes fazem diferença já no primeiro uso. O principal é entender o sentido da linha.

As estações sempre indicam:

  • Uptown, que vai para o norte
  • Downtown, que vai para o sul

Isso resolve muita dúvida. Se está na Times Square e quer ir para Wall Street, o sentido é Downtown. Se está em Lower Manhattan e quer voltar para a Times Square, o sentido é Uptown.

Outros pontos que ajudam:

  • Conferir o número ou letra da linha no painel
  • Observar se o trem é local ou expresso
  • Usar apps para validar o trajeto antes de embarcar
  • Ficar atento à sinalização dentro da estação

Em relação à segurança, o metrô é muito utilizado. Em horários muito vazios, faz sentido escolher vagões com mais movimento. Para acessibilidade, poucas estações têm elevador. Se isso for relevante, é importante checar antes no aplicativo.

Leia também: Metrô de Nova York


Ônibus em Nova York


Ônibus em Nova York

O ônibus entra como complemento para entender como se locomover em Nova York. Ele não substitui o metrô, mas resolve trajetos específicos que seriam mais demorados no subway.

Isso acontece principalmente em deslocamentos curtos ou cruzando Manhattan no sentido leste-oeste, onde o metrô nem sempre é direto.


Diferença entre os ônibus


Diferença entre os ônibus em Nova York

Existem dois tipos principais de ônibus na cidade, e entender isso evita erros já no primeiro uso.

Os ônibus locais param em praticamente todos os pontos. São mais lentos, mas cobrem melhor pequenas distâncias.

Já o Select Bus Service, conhecido como SBS, funciona como uma versão mais rápida:

  • Para em menos pontos
  • Tem faixas exclusivas em algumas avenidas
  • Em muitos casos, é mais eficiente que o metrô em trajetos curtos

O ônibus costuma ser melhor que o metrô quando o trajeto é direto na superfície. Isso acontece, por exemplo, ao atravessar Manhattan entre bairros do leste e oeste.

Leia também: Ônibus Hop-on Hop-off em Nova York


Como pagar no ônibus


O OMNY também vale aqui! O sistema de pagamento é o mesmo do metrô. Basta aproximar o cartão ou celular no leitor ao entrar no ônibus.

O limite semanal também se aplica aqui. Após 12 viagens pagas no mesmo período, as próximas ficam gratuitas dentro da semana. Isso significa que ônibus e metrô funcionam integrados no custo.


Como saber qual ônibus pegar?


Essa é a parte que mais gera dúvida no começo, mas hoje é simples de resolver.

Os apps ajudam muito no dia a dia:

  • Google Maps
  • Citymapper
  • MTA Train

Eles mostram qual linha pegar, onde embarcar e quanto tempo vai levar. Além disso, muitos pontos de ônibus têm QR code. Basta escanear para ver as próximas chegadas em tempo real.

Antes de embarcar, vale conferir:

  • O número ou letra da linha
  • O destino final exibido no ônibus

Esse cuidado evita pegar o sentido errado, principalmente em avenidas com várias linhas passando no mesmo ponto.


Táxi amarelo em Nova York


O táxi amarelo faz parte da dinâmica da cidade e continua sendo uma opção em vários momentos.

Para quem está entendendo como se locomover em Nova York, ele entra como alternativa rápida quando o metrô não resolve ou quando o deslocamento precisa ser mais direto.

Ele não é a opção mais barata, mas pode economizar tempo em situações específicas.

Leia também: Táxi em Nova York


Como funciona o táxi amarelo


Os táxis amarelos circulam principalmente por Manhattan e áreas mais movimentadas.

Para saber se está disponível, basta olhar a luz no topo do carro:

  • Luz acesa indica que está livre
  • Luz apagada indica que está ocupado

Para parar um táxi, é só levantar a mão na calçada. Não é necessário ponto específico.

Alguns pontos importantes:

  • O pagamento pode ser feito com cartão diretamente na máquina do carro
  • Gorjeta é esperada, normalmente entre 15% e 20%
  • O valor é calculado por taxímetro, com base no tempo e distância

É uma opção que funciona bem quando se está na rua e precisa sair rápido, sem depender de aplicativo.


Táxi vs. Uber em Nova York


Os dois funcionam bem, mas atendem em momentos diferentes.

O táxi costuma ser mais prático quando:

  • Já se está na rua, principalmente em Manhattan
  • Não há sinal de internet ou o aplicativo está instável
  • A demanda por apps está alta

Já os aplicativos como Uber fazem mais sentido quando:

  • O embarque é em local mais afastado
  • É preciso estimar o valor antes da corrida
  • Há preferência por pagamento automático e histórico de viagens

Existe também uma alternativa que conecta esses dois mundos. O CURB é um aplicativo que integra o táxi tradicional com recursos digitais. Ele não muda a lógica de pegar o táxi na rua, mas melhora a experiência durante a corrida.

Funciona assim:

  • Após entrar no táxi, o app sincroniza a viagem
  • O pagamento é feito de forma digital, sem depender da máquina do carro
  • A gorjeta pode ser adicionada diretamente no app
  • A cobrança é automática ao final da corrida

Isso resolve um ponto comum para quem viaja. Não precisa se preocupar com dinheiro em espécie ou com falhas na maquininha. Embora o CURB permita chamar táxis, o uso mais comum ainda é dentro do carro, depois de iniciar a corrida.


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Uber, Lyft e apps de transporte


Os aplicativos entram como apoio importante para quem está entendendo como se locomover em Nova York.

Eles funcionam bem em situações específicas, principalmente quando o transporte público não atende ou quando o trajeto precisa ser mais direto. O uso faz sentido, mas não substitui o metrô no dia a dia.

O ideal é chegar com tudo pronto no celular. Isso evita perda de tempo já no aeroporto.

  • Baixar Uber e Lyft ainda no Brasil
  • Cadastrar cartão internacional
  • Ativar login e permissões de localização

Não é obrigatório ter chip local para usar. Funciona com Wi-Fi, que está disponível em aeroportos, hotéis e muitos espaços públicos. Mesmo assim, ter internet no celular facilita bastante. Principalmente para pedir carro na rua ou acompanhar o trajeto em tempo real.


JFK, LaGuardia e Newark


Nos aeroportos, não dá para pedir o carro em qualquer lugar. Cada um tem áreas específicas de embarque.

Isso evita um erro comum de quem chega pela primeira vez.

  • JFK tem zonas de pickup sinalizadas após a saída do terminal
  • LaGuardia concentra os carros em áreas designadas fora da chegada
  • Newark também possui pontos específicos, com indicação dentro do aeroporto

O caminho até esses pontos é bem sinalizado. Basta seguir as placas de rideshare ou app-based rides. Ignorar isso pode gerar cancelamento da corrida ou dificuldade para encontrar o motorista.


Dicas para economizar


Os aplicativos funcionam com preço dinâmico, como no Brasil. Isso significa que o valor muda conforme a demanda. Em horários de pico ou eventos, o preço pode subir bastante.

Algumas situações comuns de aumento:

  • Início da manhã e fim da tarde
  • Dias de chuva
  • Eventos grandes na cidade
  • Regiões com alta demanda

Para evitar pagar mais caro:

  • Prefira usar fora dos horários de pico
  • Compare com o metrô antes de pedir
  • Avalie caminhar alguns quarteirões para fugir da área de maior demanda

Outro ponto importante é o trânsito. Em muitos casos, o tempo parado no carro pode ser maior do que o trajeto no metrô. Por isso, os apps funcionam melhor em deslocamentos planejados, à noite ou em regiões onde o transporte público não chega bem.


Citi Bike


tours tematicos

O Citi Bike é uma alternativa interessante para deslocamentos curtos e também para momentos de lazer. 

Ele não substitui o metrô, mas pode facilitar trechos específicos do roteiro. Funciona melhor em dias com clima agradável e em regiões com boa estrutura de ciclovias.

O Citi Bike é o sistema público de bicicletas da cidade. As estações estão espalhadas principalmente por Manhattan, Brooklyn e partes do Queens.

O uso é simples:

  • Baixar o app Citi Bike
  • Escolher um plano
  • Destravar a bicicleta na estação

Existem opções diferentes:

  • Plano diário para uso pontual
  • Plano mensal para quem vai ficar mais tempo
  • Bicicletas elétricas disponíveis em várias estações

As e-bikes ajudam em trajetos mais longos ou com subidas, mas costumam ter custo adicional. As estações aparecem no app em tempo real, mostrando onde retirar e devolver a bike.

Leia também: Bicicleta em Nova York


Melhores trajetos de bike em Nova York


A bicicleta funciona bem quando o trajeto já faz parte do passeio. Não é só deslocamento, vira parte da experiência.

Alguns caminhos fazem mais sentido:

  • Hudson River Greenway, com ciclovia contínua ao longo do rio
  • Central Park, com circuito próprio para bikes
  • Brooklyn Bridge, conectando Manhattan ao Brooklyn

Esses trajetos são mais seguros e preparados para ciclistas. Para uso no dia a dia, a bike funciona melhor em distâncias curtas. Em trajetos longos ou com muito trânsito, o metrô ainda é mais eficiente.


A pé em Nova York


A pé em Nova York

Andar a pé faz parte da experiência e é, muitas vezes, a forma mais prática de se locomover.

Para quem quer entender como se locomover em Nova York, caminhar não é só complemento, é parte central do roteiro. Principalmente em Manhattan, a cidade foi pensada para isso. As calçadas são largas, bem sinalizadas e conectam praticamente tudo. Além de ser plana.

Um ponto importante é entender a lógica dos blocos. Nem todos são iguais.

  • Blocos entre ruas são curtos
  • Blocos entre avenidas são mais longos

Isso muda a percepção de distância. Às vezes, um trajeto parece perto no mapa, mas envolve atravessar avenidas mais extensas. Muitos deslocamentos do dia a dia acabam sendo feitos a pé. Especialmente quando os pontos turísticos estão próximos.

Algumas regiões são mais agradáveis para explorar caminhando:

  • Midtown, pela concentração de atrações
  • West Village, com ruas mais tranquilas e charmosas
  • Brooklyn Heights, com vista para Manhattan e ritmo mais calmo

Para trajetos curtos, caminhar costuma ser mais rápido do que esperar transporte. Além disso, permite ajustar o roteiro no caminho e aproveitar melhor a cidade.


Como chegar do aeroporto a Nova York?


Chegar em Nova York já exige uma primeira decisão importante. Antes mesmo de pensar em como se locomover em Nova York no dia a dia, é preciso definir qual será o melhor trajeto do aeroporto até o hotel.

A escolha depende de três fatores simples. Tempo, orçamento e quantidade de bagagem. mostra que existem opções bem diferentes entre si, e entender isso evita erros logo na chegada.


Do JFK


O JFK é o aeroporto com mais alternativas. A opção mais econômica é combinar AirTrain com metrô:

  • AirTrain até Jamaica Station
  • Conexão com a linha E do metrô
  • Valor total de US$ 11,40
  • Tempo médio de 50 minutos

Funciona bem para quem está com pouca bagagem e quer economizar.

Se a ideia for ganhar tempo, o LIRR é mais rápido:

  • AirTrain até Jamaica
  • Trem direto para Manhattan
  • Tempo médio de cerca de 20 minutos no trem

O custo é mais alto, mas reduz bastante o tempo de deslocamento.

Outras opções:

  • Táxi com tarifa fixa, que costuma ficar entre US$ 90 e US$ 100 com taxas
  • Uber, com média parecida, variando conforme horário e trânsito
  • Vans compartilhadas ou transfer privativo, que simplificam a chegada


Do LaGuardia


LaGuardia é mais próximo de Manhattan, mas não tem acesso direto ao metrô. A forma mais econômica é combinar ônibus e metrô:

  • Ônibus Q70 gratuito até a estação 74 St Roosevelt Av
  • Integração com linhas E, R ou 7
  • Tempo médio de cerca de 45 minutos

Funciona bem e é simples de usar.

Outras alternativas:

  • Táxi, com média de cerca de US$ 60 mais taxas
  • Uber, com média de cerca de US$ 70
  • Transfer privativo, indicado para quem quer mais conforto

Aqui, o principal ponto é lembrar que sempre haverá uma conexão. Não existe trajeto direto de metrô.


Do Newark


Newark fica em outro estado, em New Jersey. Isso muda um pouco a lógica do transporte. A opção mais eficiente é combinar AirTrain com trem:

  • AirTrain até a Newark Liberty Airport Station
  • Trem da NJ Transit até a Penn Station
  • Tempo médio de cerca de 30 minutos
  • Custo de US$ 15,25

É a forma mais rápida para evitar trânsito.

Outras opções:

  • Ônibus direto até o Port Authority, com cerca de 50 minutos
  • Uber, com média de US$ 90 e tempo próximo de 1 hora
  • Transfer privativo, direto até o hotel

Aqui, planejar com antecedência faz diferença. As regras de transporte são diferentes das de Nova York, e isso impacta o tipo de bilhete e o trajeto.


Dicas para se locomover em Nova York


Entender como se locomover em Nova York vai além de saber quais meios usar. Pequenos ajustes no planejamento mudam o ritmo da viagem e evitam perda de tempo ao longo do dia.

Aqui estão pontos práticos que fazem diferença desde o primeiro dia. Ter os aplicativos certos resolve a maior parte das dúvidas em tempo real.

  • Google Maps para rotas gerais
  • Citymapper para opções mais detalhadas de transporte
  • MTA Train para horários e linhas do metrô
  • Uber e Lyft para corridas rápidas
  • Citi Bike para bicicletas

Com esses apps, dá para decidir o melhor trajeto na hora, sem depender de tentativa e erro.

Um erro comum é montar o roteiro por atrações soltas. Isso aumenta deslocamentos e cansa mais. O ideal é organizar os dias por região.

  • Agrupar pontos próximos no mesmo dia
  • Evitar cruzar a cidade várias vezes
  • Priorizar deslocamentos a pé quando possível

Isso reduz o uso de transporte e deixa o roteiro mais leve.

O metrô funciona o tempo todo, mas nem todos os horários são iguais.

Os períodos mais cheios são:

  • Entre 7h e 10h
  • Entre 16h e 19h

Nesses horários, os trens ficam lotados, principalmente em linhas que passam por Manhattan.

Se possível:

  • Ajustar passeios fora desses períodos
  • Evitar linhas principais no pico
  • Usar apps para ver alternativas menos cheias

Isso melhora bastante a experiência no transporte.


Acessibilidade


Nem todas as estações de metrô têm elevador ou escada rolante. Esse é um ponto importante para planejar antes.

Algumas dicas ajudam:

  • Verificar no app quais estações são acessíveis
  • Priorizar ônibus em trajetos curtos
  • Evitar horários de pico, quando há mais movimento
  • Considerar táxi ou aplicativo em deslocamentos específicos

Com esse cuidado, fica mais fácil adaptar o transporte à necessidade da viagem.


Vale a pena usar o transporte em Nova York?


Entender como se locomover em Nova York não precisa ser complicado. Com as escolhas certas, a cidade funciona de forma simples e previsível no dia a dia.

O metrô resolve a maior parte dos trajetos. O ônibus entra como complemento em rotas específicas. Táxi e aplicativos ajudam quando o tempo ou o conforto pesam mais. E caminhar muitas vezes é a melhor opção.

No fim, o que faz diferença é combinar esses meios com lógica. Planejar por regiões, evitar horários de pico e usar apps no dia a dia já resolve grande parte dos deslocamentos.

Se a ideia for organizar melhor a viagem, vale continuar o planejamento com outros pontos importantes:

  • Onde ficar em Nova York
  • Roteiro dia a dia pela cidade
  • Melhores bairros para se hospedar

Essas decisões impactam diretamente na forma de se deslocar e ajudam a evitar perda de tempo durante a viagem.

E aí, tem alguma dúvida? Deixa um comentário que eu te ajudo! 🙂


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Leia também



Perguntas frequentes


Qual é a melhor forma de se locomover em Nova York?

O metrô é a principal escolha. Funciona 24 horas, cobre toda a cidade e evita trânsito, sendo a opção mais eficiente na maioria dos trajetos. Para complementar, ônibus, apps e caminhadas entram em situações específicas. Para montar um roteiro inteligente, vale conferir os guias do Dicas Nova York.

Como pagar transporte em Nova York hoje?

O pagamento é feito com OMNY por aproximação. Basta usar cartão ou celular direto na catraca ou no ônibus. Após 12 viagens na semana, as próximas ficam gratuitas dentro do período. Para entender como economizar no transporte, veja o conteúdo completo no Dicas Nova York.

Vale a pena usar Uber ou táxi em Nova York?

Vale em situações específicas. Uber funciona melhor fora de Manhattan ou à noite, enquanto o táxi é mais prático no centro durante o dia. O metrô continua sendo mais rápido na maioria dos casos. Para escolher melhor em cada situação, acesse os comparativos no Dicas Nova York.

Dá para fazer muita coisa a pé em Nova York?

Sim. Manhattan é caminhável e muitos pontos turísticos ficam próximos entre si. Só é importante entender que blocos entre avenidas são mais longos do que parecem. Para montar um roteiro otimizado por região, veja as dicas completas no Dicas Nova York.

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Fabio Angheben
Fabio Angheben

Fábio Angheben é jornalista, criador do Dicas Nova York e marido da Voz da Consciência.
Apaixonado pela Big Apple, estuda muito e conhece em detalhes todas as ruas, histórias dos prédios, atrações e sonha um dia experimentar todos os hambúrgueres da cidade. Vive e respira Nova York todos os dias. Por isso, conta suas experiências no blog com muito carinho e atenção nos detalhes. Seu olhar ainda é de turista (talvez nunca perca isso) e adora trocar ideias sobre as experiências vividas em Nova York.

 

Voz da Consciência tirando foto da Estátua da Liberdade ao fundo Giovanna Criscuolo
Giovanna Criscuolo

Formada em jornalismo e especialista em pesquisa de mercado, é a Voz da Consciência do Dicas Nova York.

Sua visão diferenciada dos mais variados assuntos são essenciais para a criação de conteúdo em todos os canais.

VDC acumula as funções de diretora, produtora, relações públicas, gerente de redes sociais e câmera do Dicas Nova York.

Gosta de uma boa conversa com os amigos, ama estar com a família e viajar com o Fábio.