CityPASS: minha experiência com o talão de atrações em Nova York

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Minha história com o CityPASS é antiga!

A primeira vez que utilizei foi no inverno de 2008, quando fui para Nova York pela primeira vez, com apenas 4 dias para conhecer os pontos turísticos da cidade.

Lembro que conheci as atrações com tanta facilidade e sem perrengues que fiquei com excelente impressão, tanto que passei a recomendar essa opção para amigos e, posteriormente, aqui no blog.

De 2008 para cá muita coisa mudou e minha frequência nas atrações turísticas diminuíram bastante, por isso sentia a necessidade de usar o talão de ingressos novamente.

Até que surgiu um convite da empresa CityPASS, para renovar minha experiência pelo blog.

Tirei alguns dias para reviver essa sensação de ser turista de primeira viagem novamente e encarei fazer todas as atrações do talão, no auge do verão nova-iorquino.

Essa observação é importante, o verão é a época que Nova York está mais lotada, com mais de 20 milhões de turistas só no mês de julho.

Já imaginei que as atrações turísticas estariam lotadas e seria uma grande oportunidade de testar novamente a eficácia do CityPASS no quesito economia de tempo nas filas.

O resultado da minha experiência foi bem interessante e conto agora em detalhes.

 


PLANEJAMENTO


Para começar, escolhi as atrações mais procuradas e as que considero mais legais para o turista visitar pela primeira vez. São elas:

– Observatório do Top of the Rock
– Visita à Estátua da Liberdade
– Museu e Memorial do 11 de Setembro
– Museu de História Natural
– Observatório do Empire State
– MET – The Metropolitan Museum of Art

O valor do talão é de US$ 122 dólares, o que possibilita uma economia de US$ 83 dólares se comparado aos ingressos avulsos das atrações.

Só para lembrar que o CityPASS conta com 9 vouchers com ingressos e você pode utilizar 6 ingressos para as atrações incluídas no talão, no prazo máximo de 9 dias.

Por isso, é necessário um planejamento mínimo para conciliar a atração escolhida com os dias que você vai ficar na cidade, para aproveitar as outras coisas ao redor.

Como eu reservei seis dias livres, fiz uma atração por dia, em horários alternados, sem pressa e com tempo suficiente para absorver o máximo de informações para o blog.

 


TROCA DO VOUCHER PELOS INGRESSOS


Ao comprar o CityPASS, é necessário levar o voucher impresso da compra para trocar pelo talão de ingressos na bilheteria principal da primeira atração escolhida.

No meu caso, recebi os talões em casa, mas recomendo sempre fazer essa troca em uma atração menos concorrida para evitar fila.

Evite sempre o Empire State ou a Estátua da Liberdade, que tem as maiores filas.

 


ATRAÇÕES


Cada atração em Nova York tem sua própria regra e um jeito de lidar com o CityPASS, que vou explicar detalhadamente abaixo.

A única característica que encontrei em comum é que todas dedicam um guichê da bilheteria ou uma entrada especial para quem possui o talão. Isso é muito bom!

A minha experiência começa no observatório do Top of the Rock e termina no MET. Vamos lá!

Obs.: Tentei tirar fotos com o talão do CityPASS na mão em todas atrações, mas esqueci em outras. 🙁

 


Observatório do Top of the Rock


Top of the Rock

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Conclusão:

Rapidamente troquei o voucher do CityPASS pelos ingressos na bilheteria, passei pelo procedimento de segurança e entrei direto no elevador para o topo do prédio.

A entrada quase sem filas, o observatório limpo, sem grades, com visão privilegiada para o Central Park e para o Empire State são alguns dos motivos que fazem do Top of the Rock o meu observatório favorito na cidade.

Saiba mais no blog sobre o observatório do Top of the Rock.

 


Visita à Estátua da Liberdade


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Conclusão:

Com o talão na mão precisei passar na bilheteria para troca do voucher pelo ingresso.  O último guichê tem fila especial para o CityPASS.

A fila para pegar o cruzeiro até a Estátua da Liberdade é comum para todos, porque tem o procedimento de segurança bem chatinho com raio-x e conferência de bolsas antes do embarque no cruzeiro.

A visitação à Estátua é o passeio mais procurado pelos turistas, por isso sempre vai estar bem lotada, mesmo de manhã que costuma ser o horário mais tranquilo.

Mesmo assim, a demora foi de apenas 45 minutos entre a fila para retirada de ingressos até o embarque final para o cruzeiro.

Saiba mais no blog sobre a visitação à Estátua da Liberdade

 


Museu e Memorial 11 de Setembro


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Conclusão:

Ao informar que tinha o CityPASS, o funcionário destacou o voucher do talão e a entrada foi liberada sem filas e sem precisar trocar na bilheteria.

A primeira vez que visitei o museu e memorial 11 de setembro foi meses após sua inauguração e tive que enfrentar uma fila quilométrica para ver a exposição. Anos depois e com o CityPASS na mão, nem parecia o mesmo lugar.

Com entrada privilegiada curti todas as alas do museu sem perrengues e aproveitei toda exposição bem mais vazia.

Saiba mais no blog sobre o Museu e Memorial do 11 de Setembro.

 


Museu de História Natural


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Conclusão:

Existe uma fila CityPASS, para trocar o voucher pelo ingresso do museu. Depois disso, é só apresentar o ingressos para o funcionário e entrar no museu. 

Quem vai pela primeira vez no museu precisa reservar de 4 horas para curtir as exposições sem pressa. Nessa experiência, fiz uma visitação bem rápida porque estava ansioso pela nova exposição dos dinossauros, que é fantástica e recomendo a todos.

Minha dica é visitar sem pressa, para aproveitar esse museu gigantesco e as exibições multimídias que acontecem diariamente em vários horários.

 


Observatório do Empire State


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Conclusão:

O Empire State é a atração mais complicada em Nova York, mesmo com o CityPASS, com filas que chegam a demorar mais de 4 horas, porque o que atrasa é a quantidade de salas internas com filas circulares e o procedimento de segurança lento.

Já tive experiências traumáticas, de esperar mais de 5 horas para entrar no observatório e o pessoal que estava comigo chegou tão cansado que foram embora logo. Dessa vez foi totalmente diferente…

Passei na porta do Empire State às 22h e vi a fila para fora do prédio. Isso significa que a atração está lotada, porque lá dentro são mais 5 ou 6 salas com filas circulares. Então resolvi ir para um pub ao lado e voltar mais tarde. Retornei meia noite e meia, e nem parecia o mesmo local.

A fila comum da bilheteria dentro do prédio estava com no máximo 30 pessoas, bem vazia perto do habitual e o melhor de tudo, não precisei ficar nela. Quando informei que tinha o CityPASS, fui encaminhado direto para o procedimento de segurança que tinha no máximo mais 5 pessoas.

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Vazio! A fila dá dezenas de voltas e isso é apenas uma das várias salas internas

 

Peguei o primeiro elevador com tranquilidade e quando cheguei na salinha para pegar o outro elevador para o observatório, a funcionária informou que o tempo médio de espera era de 20 minutos, mesmo vazio.

Não entendi nada e como não queria esperar, utilizei a outra alternativa que é subir 6 andares de escada.

E foi assim que cheguei no topo do Empire State com uma tranquilidade que jamais tinha conseguido.

Dica: Se você não quiser visitar de madrugada, outro horário sem muitas filas é às 8h da manhã.

Saiba mais no blog sobre a visitação ao Observatório do Empire State

 


MET – The Metropolitan Museum of Art


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Conclusão:

A entrada é nuito parecida com o Museu de História Natural, fui encaminhado até a bilheteria especial do CityPASS para trocar o voucher pelo ingresso do museu.

Todo procedimento foi muito tranquilo e sem filas, apesar do museu estar bem cheio. Com o ingresso na mão, apresentei para o funcionário e comecei a visitação.

O MET é outro museu que não pode ser visitado com pressa, porque ele é muito grande, com muitas exposições e novidades.

Admito que minha visita foi muito rápida, porque cheguei tarde, e o museu fecha muito cedo, às 17h30.

 


MINHA CONCLUSÃO SOBRE O CityPASS


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Que o CityPASS é eficiente no quesito economia de dinheiro, isso nunca tive dúvidas, porque se combinar todos os ingressos a economia é de US$ 78 dólares.

A minha dúvida era utilizá-lo na alta temporada. Anteriormente, tinha utilizado o talão em Novembro/2008, quando a cidade não é tão movimentada quanto Julho.

E agora posso afirmar, sem dúvidas, que o CityPASS vale a pena mesmo!

O que aprendi ao longo dos anos é que a utilização de “fast pass” é uma prática mais do que comum nos EUA inteiro, tanto que em qualquer cidade turística existe essa opção.

E ao contrário do que imaginamos, isso não é visto como algo ruim ou negativo.

Quem foi para Disney sabe que o “fast pass” ajuda muito na hora de enfrentar as longas filas. Só que essa opção é paga a parte do ingresso e costuma ser bem caro.

Já o CityPASS você tem um ‘fast pass’ nas filas das bilheterias das atrações, sem pagar mais nada por isso, e ainda economiza US$ 78 dólares.

No final dessa experiência fica o sentimento que o serviço realmente funciona e, vou continuar recomendando para todos que pretendem visitar Nova York pela primeira vez.

 


COMO ADQUIRIR O CityPASS


Para adquirir o CityPASS é muito fácil e existem duas opções:

Site oficial do CityPASS

O site oficial do CityPASS está disponível em português e com todas instruções para compra de forma fácil e segura.

Valor: R$ 122 dólares

Acesse: www.pt.citypass.com/new-york

Aceita todos os cartões de crédito internacionais, PayPal, entre outros meios de pagamentos.

 


WePlann – Parceira do blog

A WePlann é uma empresa autorizada a comercializar ingressos para as principais atração de Nova York.

O grande diferencial é comprar com valor fixo em R$ reais (sem variação do dólar), sem IOF de 6,38% e ainda parcelar em até 6 vezes no cartão de crédito.

Valor: R$ 400 (pode variar, dependendo da cotação do dólar).

Acesse: www.dicasnovayork.com.br/ingressos

 


Se tiver dúvidas como funciona a WePlann, confira meu post explicativo no blog ou deixe um comentário que ajudo você!

 

Nas duas opções de compra é necessário levar o voucher impresso para trocar pelo talão do CityPASS na primeira atração escolhida.

E aí o que acharam da minha experiência? Tem alguma dúvida? Faça seu comentário.

🙂


DICAS PARA PLANEJAR SUA VIAGEM


HOSPEDAGEM | Ainda não reservou o hotel? Confira o guia completo “Onde ficar em Nova York”.

SEGURO VIAGEM | Faça uma cotação e parcele em até 12 vezes no cartão de crédito.

CHIP DE INTERNET | Fique conectado com internet ilimitada e aproveite o FRETE GRÁTIS.

INGRESSOS DAS ATRAÇÕES | Ingressos em reais (R$), sem IOF e em até 6 vezes no cartão.


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Jornalista de formação e profissional de marketing com master pela ESPM de São Paulo. Criador e redator no blog Dicas Nova York, coleciona experiências e histórias marcantes não só em Nova York, sua cidade, mas também de leste a oeste dos Estados Unidos. O blog é uma paixão antiga e o espaço é utilizado para compartilhar informações e experiências na cidade, para que todos conheçam a Big Apple de um jeito diferente e descontraído.

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