Sensações: Estrangeira, que nada!

Viajar sozinho é uma experiência e tanto. Depois da primeira, seu corpo pede, vira algo necessário. Você sai por aí, com seus sucessos e tropeços, e se despede de si mesmo, dividindo pelo caminho o deslumbre, os cheiros e sabores com um novo eu, que passa a existir.

Em minha primeira viagem solo fui flanar em Nova York. Deixei os lugares turísticos praticamente de lado e andei, andei muito. De metrô pra me infiltrar, de ônibus pra me sentir do povo, de taxi porque é óbvio e a pé pra, literalmente, fazer parte do cartão postal. Eu ficava lá, gostando de absolutamente tudo e observando os encapotados, que se esqueciam de sentir o calafrio do vento que, pelo amor de Deus, era de gelar os ossos, mas delicioso.

Foram só três dias, mas Nova York me marcou pra sempre. A arquitetura dos prédios, o Central Park, pirar na viagem das luzes, sentir a vibe da Broadway. Tenho muita saudade e pretendo voltar. Mas, a verdade é que a cidade já cumpriu o seu papel na minha vida. Recebeu, penetrou e, de uma vez por todas, me jogou pro mundo. Sim, “I S2 NY”, mas amo ainda mais o tamanho do mundo que ela me mostrou.

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Anna Rinaldi, 27 anos, Publicitária. "De Nova York, sinto saudade de tudo!" ___ Escreve também para: - http://www.musicapave.com/ - https://www.facebook.com/annacolutoblog - https://www.facebook.com/verdadescurtinhas

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